Além do Bem e do Mal

Eu confio na Justiça e na PF (sic). Eu acredito nas Instituições (sic). Eles estão fazendo o seu trabalho (sic).

Mas isso me cheira a engodo. Parece haver infiltrados da facção. Pois quando se que ‘acabar’ com a corrupção, você tem que ir direto ao Pai. O Dante matou o Tio. O Romero fugiu com a Athena e quem vai ser preso, e condenado são o Juliano e a Tóia. Não, não é novela, essa é a vida real. Na novela os bandidos são presos e os mocinhos se dão bem, como acontecerá hoje no encerramento de “A Regra do Jogo”. Salvo em “O Dono do Mundo”, na ficção o mal nunca vence.

Lula não é o Zé Maria e muito menos FHC é o Gibson. Mas este último, está sim hierarquicamente acima do molusco. Basta uma rápida comparação: FHC tem uma fazenda, Lula um sítio com pedalinho. FHC viaja para Paris e NY, Lula para o Guarujá. Deu pra entender ou preciso desenhar? Então, vamos desenhar:

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Há muitos tios, mas um só Pai. Enquanto isso, na sala de justiça (JN) dos superamigos (PIG), o Pai e seus comparsas estão livres, leves e soltos. Viajam de jatinhos e helicópteros que não são deles, vão para o triplex na ilha de Paraty (isso sim que é triplex!) que também não são deles, são homenageados nas assembleias e na ABL, bebem do melhor champanhe e comem caviar.

É pessoal, a facção está mais viva do que nunca.

E parafraseando os promotores quem citaram Nietzsche, ao pedirem a prisão do Lula, existem sim o Super-Homem. Ele não usa óculos e sai voando por aí. Não! Ele é tão somente o apresentador da sala de justiça dos superamigos, mas não é o verdadeiro Pai. O Pai é Deus. Pois é Nietzsche, Deus não morreu. E pode se disfarçar em qualquer humano, pois ele é Supra-Humano e sua mensagem é subliminar.

Por isso eu reflito profundamente sobre o mundo à minha volta e preciso me posicionar, custe o que custar, para ir além do bem e do mal.

Vitória na guerra, irmão.

Ps.: Agora, falando sério, tens aí um “faz me rir“?

 

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Inocente, me ‘engana’ que eu gosto.

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A condução coercitiva deflagrada contra o Lula hoje, tão aguardada por uns e temida por outros, revela que as instituições brasileiras estão funcionando, e isto é bom. Se for verdade, Lula e Dilma traíram o Brasil. Caso contrário, se nada for comprovado, eles saem inocentes e Lula, triunfante nas eleições de 2018. Não se enganem.

É óbvio que a operação Lava Jato tem um alvo. É claro e nítido que é uma conspirata que se apóia na lei. Os vazamentos demonstram isso. Nenhuma outra investigação importante avança ou avançou tanto como esta. Só esta avançou e tomou manchete nacional. A Grande Mídia, vulgo P.I.G. se promove com a comoção pública. A Lava Jato é a única operação contra a corrupção que está no imaginário popular. Esta operação tem alvo e lado. Não se enganem.

Não se enganem também que, com o fim deste governo teremos o fim da corrupção. Muito antes na História deste País a corrupção rola solta e inúmeras vezes denunciada e pouquíssimas vezes investigada, vide este documentário do Paulo Francis. Há mais corrupção e crime a serem investigados na Lista de Furnas, no Metrô de SP, no Caso Brasif, na Privataria Tucana, no Helicoca, no Triplex dos Marinhos, na Operação Satiagraha, na Pasta Rosa, no Castelo de Areia, na operação Zelotes, e por aí vai. Entenda como funciona, como disse Ciro Gomes,  “o segredo de Brasília é segredo de polichinelo: no cafezinho do congresso todo mundo sabe quem tá roubando…”

Não se enganem, pois além do acarajé, tem o jumento, a abelha, o macaco e o tigre. Parece jogo do bicho ou master chef, mas a aposta aqui é mais alta. Pra finalizar o espetáculo midiático exposto no livro do Paulo Henrique Amorim, O Quarto Poder, a pirâmide hierárquica demonstra o padrão de habitação de quem manda e de quem obedece.

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Mansão dos Marinhos em Paraty

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Triplex do Lula no Guarujá

Isso sem falar nos pedalinhos…

Sendo assim, não resta dúvida: o golpe está em execução.

Não há inocente meu povo e muito menos me engane, porque eu não gosto.

#EstamosDeOlho

Ética e Liderança

Jeffery Pfeffer é autor de diversos livros, entre eles entre eles “Power: Why Some People Have It and Others Don’t” e o recente “Leadership B.S: Why Workplaces and Careers Suffer — And What to Do About It“. Um pequeno parênteses: B.S pode ser traduzido como bullshit.

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Veja um trecho do que ele disse sobre as empresas e seus líderes:

Vivemos num mundo em que as pessoas falam muito mais sobre ética do que praticam…

Recentemente acompanhamos a história de empresas do Vale do Silício acusadas por funcionários de controlar os valores de salários do mercado, como um cartel. Steve Jobs e Eric Schmidt [do Google] estavam envolvidos. O fato é que, se você é um milionário, sempre é perdoado.

Se você estiver atento ao que as pessoas fazem, e não ao que elas dizem, vai sacar que tudo gira em torno do dinheiro. Tal como sempre foi.

Empresas como Google e Facebook são companhias que fazem Maquiavel parecer ingênuo.

Perguntado sobre como se tornar um bom gestor ele sentencia:

Acredito que o contato direto e pessoal ainda é muito importante. Então, quando você conversa com as pessoas, deveria olhar nos olhos delas e parar de ficar mexendo em seu aparelho eletrônico. Não há substituto para o contato direto.

Fonte: abr.ai/1rcHf8I

Resposta ao Post do Stephen Kanitz

Acabo de ler este post do conhecido e até pouco tempo admirado por mim, sr. Stephen Kanitz. Bom, não pude deixar de expressar também meu pensamento e lhe enviar uma outra visão. Uma visão de quem está abaixo da escala pré-determinada dos ricos x parasitas, ou trabalhadores x perdedores, como ele mesmo demonstrou na imagem que reproduzo abaixo.
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Prezado professor, tenho acompanhado seus artigos há muito tempo. E digo que aprendi muito com eles. Mas desta feita, pisaste feio na bola.
Dizer que quem faz política estudantil não estuda, é parasita, faz coisas erradas e convencem os mais pobres que a culpa é nossa, aqueles que fazem parte do Brasil que dá certo?
É isso o que eu li? Wrong enemy and Rigth Enemy? Está querendo proteger a quem, cara-pálida?
Pois bem, eu fiz política estudantil, estudei e me formei, fiz especialização, abri minha própria empresa, sou professor e profissional. Não tive o sucesso financeiro do sonho americano. Não tenho helicópteros, jatinhos, barquinhos, sitiozinhos, triplezinhos, nada disso. Não pulo Carnaval na Sapucaí e nem mesmo passo o Réveillon em NY. Minha única preocupação é conseguir dinheiro para pagar minhas contas fixas e se sobrar algum, economizar para meu futuro e das minhas filhas.
Tudo que conquistei foi com suor e trabalho. Não foi herança, não foi golpe de sorte nem fiz “A Grande Aposta”. Não tive informações privilegiadas, não sou especulador da bolsa e talvez por isso, não ganhei tanto dinheiro para ser esse seu Brasil que dá certo. Conheço muita gente que deu “muito certo”, mas de uma forma muito errada.
Meu sucesso (ou falta dele) não se mede pela minha conta bancária, pelo jeito errado de me dar bem e nem pelas minhas posses ou herança. Não me faltou meritocracia. Talvez, faltou-me nascer em berço de ouro, ser filho de um diplomata ou político importante, ser neto de fazendeiro ou mega-empresário do ramo de petróleo, ou quem sabe, ser um bisneto de algum coronel ou senhor de escravos. O ideal seria nascer filho de um rei.
Mas putz, a vida me fez nascer de um trabalhador e de uma trabalhadora, oriundo do campo, da roça, cujo sonho era ver seus filhos estudarem, pois não tiveram a mesma oportunidade. Essa era sua única esperança: estudo e depois trabalho. Eles não tinham ideologia, não faziam greves e muito menos eram politizados. Mas eles foram um sucesso! Foram o meu sucesso! Somos em oito filhos e todos tiveram estudos. Seis fizeram faculdade e pelo menos quatro fizeram pós-graduação. Cinco foram ou são professores. Assim como nossa mãe queria ser. Esta é a nossa visão de sucesso. Esta é a nossa visão de “dar certo”.
Esta ideia que quem ganha muito dinheiro e chega a se tornar um bilionário é porque trabalhou duro e por isso “deu certo” e o resto é o fracasso, é o parasita, é o vagabundo… Ah!, é de uma simplicidade e arrisco-me a dizer, de uma cretinice que não faz jus a sua biografia. Ser bilionário é uma forma de “dar certo”, mas também é uma forma de comprá-lo. Compra-se sucesso nas revistas e jornais, na televisão, nas empresas e até na política. Estamos vivendo e presenciando este tipo de “dar certo” nas manchetes políticas e policiais.
Vá perguntar para um trabalhador (empregado ou autônomo) que trabalha 8, 12 e até 16 horas por dia em uma fábrica, construção ou lavoura que ele é o fracasso e é o parasita da sociedade. Vá dizer a ele que ele trabalhou menos ou não trabalho dando o duro que o rico deu e por isso ele “deu errado”. Vá dizer isso ao professor que tem que fazer jornada dupla para sustentar sua família. Vá dizer isso para o estudante que luta por seus direitos…
Esse pessoal, professor, “não deu certo” não porque são fracassados, parasitas ou vagabundos. Talvez, eles não tiveram oportunidades e muito menos condições de igualdade dos bilionários. Talvez eles não tiveram, como o senhor teve, dinheiro para estudar em Harvard.
Sinto muito, mas este teu discurso dos que deram certo contra os que deram errado me enjoa. Você é só mais um cara que está no topo da pirâmede cuspindo sua teoria “de bem sucedido de Harvard” para nós, pobre mortais do andar de baixo.
Nosso tipo de dar certo não é o vosso.
Talvez precisasse voltar para os EUA e se reciclar com Bernie Sanders e Noam Chomsky.
Seu ex-leitor.

Karl Marx: Capitalismo, Socialismo e Comunismo

Reproduzo aqui um trecho da entrevista do Dr. Mazzeo, na TV Cultura.

Ah, se no meu tempo nós tivéssemos aulas de filosofia e sociologia… A revolução já teria iniciado…

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“A Humanidade nunca viveu uma experiência comunista (retirando as sociedades indígenas), mas já teve experiências socialistas.

Para Marx, há uma diferença entre Socialismo e Comunismo. O Socialismo é a primeira fase do Comunismo, onde se prepara a transição do Capitalismo para o Comunismo. E isto tem uma implicação política e filosófica.

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A Humanidade se acostumou ao longo de milênios com o Estado, com formas de Poder, com divisão de classes ou castas, com policiamento, formas de opressão e alienação…

Para desacostumar a sociedade destas entidades, é necessário um período de transição que ele chama de Socialismo, onde o Estado se prepara para sua própria dissolução.

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E nós não vivemos isso ainda, pois os ditos Estados Socialistas e suas próprias experiências, como na Revolução Russa, ao invés de realizar a práxis socialista, gerou um Estado policialesco com profunda restrição da liberdade individual e com sérios problemas de democracia interna. E, acabaram se tornando ditaduras de partidos e não em uma sociedade onde o centro era o trabalho e a sociedade. Foram experiências curtas em termos de História contra 400 anos de construção Capitalista.

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A ideia de Comunismo de Marx está muito mais realizável hoje que no início do século XX. O século XXI tem mais capacidade civilizatória, tecnológica, científica e cultural para se pensar em uma sociedade idealizada por Marx: uma sociedade de solidariedade, de produtores associados, sociedade sem Estado, auto-gerenciada. Uma sociedade onde não há nem um tipo de opressão que não seja decidida coletivamente.”

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Antonio Mazzeo, Doutor em História Econômica.

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Super-Recomendo o Último Super-Lançamento

Em meio a lançamentos de filmes de heróis e super-heróis, suas resenhas e recomendações; comemorações de 50 anos da #RedeGlobo; #manifestações contra e a favor do governo (digo PT e Dilma); greves e porradas nos professores, compartilho e super-recomendo o curta Levante Sua Voz, produzido pelo Intervozes, Coletivo Brasil de Comunicação Social, inspirado no super-premiado curta Ilha das Flores da Casa de Cinema de Porto Alegre, dirigido por Paulo Furtado e narrado por Paulo José.

Você começa a assistir e não pára mais.

Ambos os filmes possuem uma narrativa comum, apesar do tema central ser diferente, e incluem um trecho do Romanceiro da Inconfidência, coletânea de poemas de Cecília Meireles: “Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda.”

frase-cecilia

A obra assume o lado dos derrotados (os verdadeiros Heróis da Independência do Brasil) e denuncia o sistema colonial que favorece a exploração dos desvalidos:

A terra tão rica
e – ó almas inertes! –
o povo tão pobre…
Ninguém que proteste! (…)
Estes branquinhos do Reino
nos querem tomar a terra:
porém, mais tarde ou mais cedo,
os deitamos fora dela.

Não irei me estender. Segue os filmes. Assista e tire suas conclusões.

Levante Sua Voz

Ilha das Flores

#LevanteSuaVoz
#DitaduraNuncaMais
#LiberdadeDeExpressão
#SuperRecomendo
#SuperHeróis
#ÚltimosLançamentos
#NãoPassaNoCinema

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Romanceiro_da_Inconfid%C3%AAncia

Mosca Azul

Sabe sobre essa lei da terceirização que está rolando no congresso?
Vai terceirizar até o terceirizável, e nos trazer a mosca azul.

Um dia desses fui ao banco pagar uma conta e o caixa, ao me atender, disse-me “sabia que o senhor podia fazer essa operação no caixa eletrônico?”

Será que ele se lembra que há trinta anos os bancários eram em número de dez, vinte trabalhadores operando os caixas? Hoje são dois, três no máximo. E ele jogando contra o patrimônio… Verdadeira mosca azul.

http://bit.ly/1D4ZUqT
http://bit.ly/1cxdcqQ
#PL4330
#terceirização
#estamosdeolho

Money, que é good, nóis num have.

Capitão Guapo ou Poderoso Falsão?

Lembra da Corrida Espacial do Zé Colméia? A Yogi’s Space Race?

Era aquela que tinha o Poderoso Falsão/Trambique que se disfarçava de Capitão Guapo/Branquinho. Pois é, hoje em dia não dá pra confiar em políticos… Hoje o Ricardo Boechat, no jornal da Band, deu um esculacho no ex-ministro Cid Gomes e aproveitou e esculachou o congresso inteiro. O vídeo já deve estar disponível no site da Band após a reapresentação na BandNews… Para quem tiver interesse, segue o endereço: http://noticias.band.uol.com.br/jornaldaband/

Como diz na música do Paralamas do Sucesso “Luiz Inácio falou, Luiz Inácio avisou, são trezentos picaretas com anel de doutor”. É Luiz Inácio…

Justamente quem deveria nos representar. A Casa do Povo. A Câmara dos Deputados… Inocência. Eles vão fazer uma reforma pífia, cheia de brechas e pouca coisa boa vai ser sancionada pela presidente a tempo das próximas eleições. O famoso engodo. Um cala-boca para as ruas.

E o pacote anti-corrupção não impede a corrupção. Inclusive já estão oficializando na reforma política enviada pelo PMDB. Seja financiamento privado, público ou misto, e mesmo tendo penas mais duras, a corrupção nunca deixará de existir. Temos apenas que identificá-la (Polícia Federal/ABIN), conseguir provas (Ministério Público) e punir arduamente (Justiça).

Agora, não se iludam, nesta corrida maluca que é a eleição, a maioria é um pouco Capitão Guapo e um pouco Dick Vigarista. Para ganhar, a ética fica de lado. Ou você tem ética e vive perdendo, como os PSOLs da vida, ou você faz o Trambique e ganha. E o Trambique é money, porque sem money, você não vence eleição. E o que sobra, eles colocam no bolso. E a gente paga o pato (e que pato!) que eles financiaram com os corruptores (indústrias e bancos).

É como neste desenho. Veja quantas vezes a dupla Capitão Guapo/Branquinho e o Poderoso Falsão/Trambique venceram a corrida… Com o combustível money eles são imbatíveis. Por isso eles querem o financiamento privado, para assim ter um orçamento oficial e outro, da mesma empresa, só que por debaixo dos panos… Aí se alguém for pego, fica mais fácil disfarçar.

E money, que é good, nóis num have. 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Yogi%27s_Space_Race

Bolhas de Sabão

O sobe e desce das bolsas de valores nesses momentos de crise apenas corrobora com o que eu tenho mostrado aqui.

Não há modelos bonitos a serem seguidos no mundo. EUA ou URSS (atual Rússia) não são e não devem ser modelo para nós brasileiros.

Pois é assim que os EUA atuam > por John Perkins, nascido nos Estados Unidos da América. É ativista na área do meio ambiente e culturas indígenas e também escritor. Seu livro mais conhecido é Confissões de um Assassino Econômico.

E assim, os soviéticos > por Yuri Alexandrovich Bezmenov ou Tomas David Schuman. Jornalista da RIA Novosti e ex informante da PGU KGB, que desertou para o Canadá.

Sem falar do projeto MKULTRA

Por isso o sobe e desce das bolsas devem ser avaliados deste ponto de vista. Assim como toda a situação geo-política que estamos passando.

E assim se criam as bolhas…

Relembrando o Escândalo Libor

O que há de escandaloso no escândalo Libor
Onde está o escândalo? Manipulação da Libor e transferência de dinheiro para os paraísos fiscais são absolutamente normais numa economia-mundo capitalista. A finalidade do capitalismo, afinal de contas, é a acumulação de capital – quanto mais, melhor. Por Immanuel Wallerstein

Libor: Bancos se preparam para pesadas multas e demandas judiciais
A manipulação da Libor, referência para a taxa de juro internacional, é equivalente a combinar o resultado de uma partida de futebol para garantir lucros milionários nas casas de apostas. Só que nesse escândalo está em jogo todo o sistema financeiro internacional. Por Marcelo Justo, de Londres.

Libor, Eurolibor: os bancos no banco dos réus
O Deutsche Bank, ao lado da indústria automobilística, é um dos pontos de referência da identidade coletiva alemã. Mas agora se arrasta na rua da amargura. Dificuldades financeiras? Não propriamente. Políticas. Perda de credibilidade. Perda de lucros. Por Flávio Aguiar, de Berlim

O lado mais sinistro do sistema bancário
Uma investigação de mais de ano, feita pelo Senado dos EUA, concluiu que a seção norte-americana do banco HSBC lavou dinheiro dos cartéis mexicanos de narcotráfico de 2002 a 2009, apesar dele ter sido advertido por agentes do fisco e até por investigações próprias. Por Flávio Aguiar, de Berlim

Escândalo da taxa Libor pode ser golpe devastador
À Carta Maior, o professor de Economia do Centro de Investigação de Mudança Sócio-Cultural (CRESC), da Universidade de Manchester, Michael Moran, assinalou que o escândalo da Libor pode ser um golpe devastador na frágil credibilidade do sistema financeiro global. Por Marcelo Justo, de Londres.

Escândalo da manipulação da Libor tem repercussão internacional
Um dia depois de renunciar como diretor executivo do Barclays por causa do escândalo da manipulação de taxas interbancárias, Bob Diamond compareceu perante o comitê parlamentar britânico que investiga o tema. Consumidores individuais ou corporativos serão afetados. Por Marcelo Justo, de Londres.

Novo escândalo derruba diretor executivo do banco Barclays
Robert “Bob” Diamond renunciou como diretor executivo do Barclays. Segundo os rumores, prepara uma vingança: apontar seu dedo para o vice-presidente do BC inglês. Sua estrela se eclipsou quando o banco pagou mais de US$ 400 mi de multa por manipular a taxa de juro interbancária entre 2005 e 2009.

Cameron anuncia investigação sobre sistema financeiro britânico
O primeiro-ministro britânico anunciou uma investigação parlamentar do sistema financeiro britânico à luz do escândalo da manipulação da taxa que fixa o juro dos empréstimos interbancários, a Taxa Libor, crucial para o preço de transações envolvendo bilhões de dólares em todo o mundo.

Barclays leva multa de US$ 450 milhões por manipulação do mercado
As agências reguladoras do setor financeiro dos Estados Unidos e do Reino Unido aplicaram uma multa de mais de 450 milhões de dólares ao banco Barclays por manipular a taxa libor, ponto de referência para o juro diário dos empréstimos interbancários em nível mundial.

O dia em que o mundo entrou no vermelho
No dia 9 de agosto de 2007, o BNP-Paribas, um dos maiores bancos do mundo, com ramificações que vão da Ucrânia ao Brasil, sede principal em Paris e segunda sede em Londres, congelou três de seus fundos de investimento, dizendo que não teria como honrar “as dívidas”.

Banco JP Morgan: presságio de novo Apocalipse
A economia mundial enfrenta o risco de uma nova queda. A crise atual poderá ser apenas o preâmbulo de novo Apocalipse. Exemplo mais recente é o das perdas de mais de US$ 2 bilhões do JP Morgan em maio, por ter cometido erros flagrantes, segundo as palavras do seu arrogante chefe Jamie Dimon.

Fonte: Carta Maior